quinta-feira, 24 de junho de 2010

cativeiro

Sentir o que estar por vir é algo que necessito transcender.

Pois se rezo,

é com olhos fechados,

justamente para cair em lânguidas lágrimas de desejo sem fim.

São nas rezas que nossos corpos enamoram

E a boca, ai tua boca,

como espero que salive em minha nuca outra vez

com beijos sutis  quero alimentar cada curva de tua perna

que enlaça como braços os meus quadris, e me torna cativa de tal virilidade.

Volupto rapaz que não me deixa em paz

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